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“A água silenciosa é a mais perigosa”
Por Leonor Cepa (Aluna, 9.º~A), em 2021/06/2545 leram | 0 comentários | 3 gostam
Neste provérbio está patente uma metáfora, uma vez que existe uma relação de semelhança entre o silêncio das águas e o seu perigo.
Essa ideia de semelhança é reforçada pela rima “osa”, presente nos dois adjetivos do provérbio.
O seu significado remete para a importância do som e ruído do mar. Normalmente, na maré cheia, o som das ondas é, para além de perigoso, violento e agressivo, causando medo. No que concerne a maré baixa, o ruído do mar, embora ainda presente, é mais calmo e, de alguma forma, relaxante. No entanto, estas águas são tão perigosas (ou até mais) como as mais ruidosas. De facto, a ausência de barulho, o silêncio pode representar perigo.
Este provérbio também pode ser aplicado no nosso quotidiano, e no que toca às pessoas. Por vezes, uma pessoa que julgamos calma, serena e ponderada revela-se o oposto, ou seja, repentinamente mostra ter atitudes de agressividade, de impetuosidade para com os outros. Tendo em atenção esta situação, o provérbio remete para as falsas intenções ou aparências e o “perigo” que estas podem provocar.
Escolhemos este provérbio visto que o desconhecíamos. Para além disso, consideramos que (este provérbio) transmite uma mensagem assaz pertinente, que não devemos esquecer para que não sejamos apanhados de surpresa pelo perigo, vindo de situações inesperadas ou de pessoas improváveis.


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