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“ÁGUAS PASSADAS NÃO MOVEM MOINHOS”
Por Margarida Durães (Aluna, 9. A), em 2021/06/1746 leram | 0 comentários | 4 gostam
O ditado popular relacionado com a água que nós escolhemos para realizar este trabalho foi “Águas passadas não movem moinhos”.
Em primeiro lugar, para se poder compreender este ditado popular, é fundamental ter em consideração o mecanismo de funcionamento de um moinho de água. O movimento de um moinho de água deve-se à força da corrente da água aquando da sua passagem. Assim, a água que já passou pelo moinho não o conseguirá movimentar novamente.
Transpondo este ditado para o nosso quotidiano, o seu significado remete para a ideia de que não nos podemos prender às coisas do passado para avançar ou evoluir nalgum sentido da nossa vida, sendo, assim, importante conseguirmos andar para a frente e ver o futuro, sem nos concentrarmos em
acontecimentos que fazem parte do passado, visto que estes não conseguem modificar o nosso presente. No entanto, devemos ter em atenção os erros que cometemos no passado, para podermos aprender com eles e encará- los de forma que não nos impeçam de retomar o rumo do nosso caminho.
De uma forma geral, as pessoas que vivem do passado não conseguem aproveitar o presente nem construir o seu futuro, sendo, por isso, importante que o passado seja aceite, perdoado ou esquecido, de maneira que essas pessoas consigam aproveitar todas as oportunidades que lhes surgem.
Neste ditado popular, o recurso expressivo presente é a metáfora. Esta exprime uma relação de semelhança entre as águas do moinho e o passado. Ou seja, assim como as águas que já passaram pelo moinho não o vão mover novamente, viver do nosso passado também não nos vai permitir “mover” para o futuro e evoluir.
Nós escolhemos este ditado popular uma vez que é um ditado que ouvimos muito frequentemente no nosso dia a dia e tem, na nossa opinião, uma mensagem deveras importante, que consideramos que todas as pessoas deveriam ter em atenção, na medida em que nos ensina que quem vive do passado acaba por não conseguir aproveitar o presente e, consequentemente, construir o seu futuro.

Texto elaborado por Margarida Durães e Margarida Miranda


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