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Jornal da Escola C.e. Sesi 344 de Ribeirão Preto
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Adubo de cocô de cachorro?
Por Paulo Ricardo (Aluno, 1° E.M.), em 2016/09/17168 leram | 2 comentários | 60 gostam
Preocupados com a quantidade de saquinhos plásticos cheio de cocô, cidade norte-americana testa adubo de fezes canina
Ok, deixar o cocô do pet largado na calçada, bem em frente a uma residência que não seja a sua, não é um ato nem um pouco louvável. O melhor é recolher e jogar a caca em um saquinho plástico e depositar no lixo mais próximo. Mas agora até o saquinho (em muitos casos sacolinhas de supermercado) está sendo mal visto pelos “eco friendly” (amigos do meio ambiente).

Como então resolver o problema das fezes e dos saquinhos? A cidade de Ithaca, em Nova York, conhecida por abrigar diversas universidades, parece ter encontrado a solução. Preocupado com o aumento de sacolinhas recheadas com cocô, o professor de biologia e dono de um Labrador, Leon Kochian, tanto solicitou que um dos parques da cidade destinado aos cachorros virou local para transformar o excremento canino em adubo.

Vários pontos do parque foram abastecidos com sacolas ecologicamente corretas, produzidas a partir do milho. Sim, isso mesmo, milho, ou seja, biodegradáveis. Após recolher a caca com a sacola amiga, o proprietário leva o produto do Totó em enormes caixas localizadas na entrada do parque. O material é recolhido uma vez por semana, por uma empresa especializada.

Começa, então, o processo de transformação. Adiciona-se restos de madeira e folhas ao cocô, mistura-se tudo e deixa a produto em repouso. O resultado ainda não pode ser comprovado, já que a ideia é recente. Mas, segundo o gerente da empresa de transformação, Mark Whittig, se o adubo provar ser rico em nutrientes, ele poderá ser aplicado em plantas de vaso ou em jardins. Mesmo se for de qualidade inferior, o adubo canino ainda poderá ser útil, ao se misturar na camada superficial do solo.

Todo esse processo custa aproximadamente 6 mil dólares anuais, de acordo com o professor Kochian, que informa que já conseguiu mais que o suficiente para o primeiro ano, apenas com doações.

Empolgados, os envolvidos no projeto Ithaca já pensam grande: aplicar o mesmo processo no Central Park, em Nova York.


Comentários
Por Marici F. B. (Leitora do Jornal), em 2016/09/18
Essa eu não sabia mesmo !!!!
Nada se cria tudo se transforma
Por Marici F. B. (Leitora do Jornal), em 2016/09/18
Essa eu não sabia mesmo !!!!
Nada se cria tudo se transforma

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