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A Grande Ameaça
Por Laura Borgezan (Leitora do Jornal), em 2016/09/05205 leram | 0 comentários | 39 gostam
A ameaça nacional que trouxe impacto em 2015.
Biologicamente, as medidas tomadas pelo programa nacional não são eficazes pelo fato que os genes de cada mosquito sobrevivente serem transmitidos aos descendentes, ao longo do tempo o Aedes aegypti se torna imune aos componentes do inseticida.
 O uso do fumacê ou qualquer produto perde a eficácia quando os mosquitos sobreviventes se reproduzem. À medida em que novas gerações resistentes nascem, o combate ficará mais trabalhoso e o desenvolvimento de um novo veneno, com custos elevados e longo período de pesquisas, se torna fora de questão.
 Essa imunidade criada pela espécie é o grande problema vivenciado nos dias atuais, pois o Aedes aegypti pode transmitir vírus como a dengue, Zika e chikungunya, que no ano passado contaminaram milhares de pessoas, causando um grande impacto nacional.
 Sendo assim a eliminação do mosquito está longe de acontecer, a providência que proporciona resultados mais satisfatórios, é a criação de mosquitos geneticamente tratados, os quais não reproduziram descendentes, dessa forma, em um período de tempo mais reduzido a população do Aedes aegypti será desconsiderada como uma ameaça.
Artigo redigido por Luis Felipe Tubin, Laura Borgezan Ramos e Suelen Beatriz Andretti.

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