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Autenticidade
Por Simone Fernandes da Silva (Leitora do Jornal), em 2016/07/04236 leram | 0 comentários | 48 gostam
Ser autêntico começa por aceitar o real, por aceitar a própria pessoa e as suas circunstâncias.
Ser autêntico não significa dizer tudo o que nos ocorre, nem sair distribuindo julgamentos e muito menos tratar os outros com superioridade e sarcasmo. Ele começa por aceitar o real, por aceitar a própria pessoa e as suas circunstâncias.
  
É autêntico a pessoa que age de acordo com seus valores e virtudes. Se você não mente, se não se intimida e defende a verdade mesmo quando outros lhe propõe outra postura, e reflete exatamente o que diz ser, você é autêntico.
 
  A autenticidade é a afirmação da liberdade. Somos inautênticos quando não vivemos a nossa liberdade de escolha e terceirizamos a nossa angústia, pelo discurso da alienação, em não assumir as responsabilidades.
  
  A vida é autêntica quando tem sentido e é emocionalmente apropriada. A autenticidade é contrastada, sobre tudo em Heidegger, com a inautenticidade: um estado em que a vida, destituída de objetivos e de responsabilidades, é despersonalizada.

 "A busca da autenticidade é a própria busca da condição humana naquilo que ela tem de mais peculiar e sublime: a consciência de si e do outro. É na autenticidade que o homem se torna consciente, na busca dos valores que irão determinar-lhe essa condição".

Artigo elaborado por: Simone fernandes da Silva, Eduarda Frederici, Gabrieli Busatto e Bruno Henrique Nesi.


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