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A MINHA "CARTA DE AMOR"
Por Cristina Ferreira (Professora), em 2020/02/1390 leram | 0 comentários | 22 gostam
"14 de fevereiro, 2020
   
Querido Sr. Inexistente

Queria felicitá-lo pela sua conquista. A Sra. Inexistente é um bom partido! Eu conheço-a bem, porque ela ouve as minhas pragas todos os dias, quando escrevo no meu diário.
Até lhe diria por quem meu coração bate, se ele batesse por alguém.
Escrevo-lhe, não para demonstrar o meu amor, mas para lhe contar dos meus sentimentos do presente e do passado.
Diriam que sei escrever cartas de amor, mas os meus amores nunca as souberam merecer, por isso, agora escrevo para o senhor, que, saído da minha imaginação, não me vai deixar na lama.
Conto pelos dedos de uma mão os meus grandes amores, mas conquistas? Não tenho nenhuma para me gabar, nenhuma para poder pensar, nenhuma para poder recordar.
Agora só amo a minha família e amigos, e aos senhores, que estiveram lá, quando ninguém estava. Lá, na minha cabeça a acenar em concordância para tudo o que eu falava. Dois idosos
pré-históricos ou duas crianças felizes, isso dependia dos meus humores, da minha aprendizagem, da minha imaginação.

Desejo-lhe um bom dia, e prometo que não incomodo a Sra. Inexistente com os meus dilemas!

Da sua, Raquel Costa"


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